Fabrício Maurício | Natureza Selvagem
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Natureza Selvagem

Natureza Selvagem

Por Fabricio Mauricio em Atrevendo-me a Poetizar 02 jun 2012

Àquele Magazine de Portugal, publicou este mês de junho duas poesias que fiz há algum tempo. Natureza Selvagem, e Boneca de Ferro Carrinho de Porcelana. Uma das primeiras coisas que escrevi. Tentem entender…

Boneca de Ferro Carrinho de Porcelana

Quem foi que disse que Deus escreve certo por linhas tortas?!
Também existe Boneca de Ferro assim como Carrinho de Porcelana
Ela é dura, prática e sente menos as dores do mundo.
Ele é sensível, sonhador e arde nos contatos.
Ele gosta de carrinho, Ela gosta de boneca.
Deus também escreve torto, sua semelhança é torta, como poderia não ser!
Apesar das diferenças, as coisas se encaixam.
Se extrapolar o ter e o parecer, as coisas se encaixam.
Todo suspiro genuíno vai te trazer novos ares.
Se extrapolar o ter e o parecer as coisas passarão a ser…
Ele gosta de carrinho e ama Ela… Ela?!?! Também!
Ela ama boneca, se gosta dele não sei… Ele nonsense.

Fabrício Maurício de Oliveira

Vejam lá no Magazine: http://www.caestamosnos.org/Magazines/magazine-jun2012-1.htm


Natureza Selvagem

Quando o Libertar-se do TER,
O propor-se à um autêntico encontro consigo mesmo da forma mais íntima e verdadeira possível,
O queimar dinheiro,
O buscar seu mais ardente e genuíno sonho,
Não forem mais vistos como sinais de insanidade;

Você está evoluindo

Quando o simples ato de comer uma maçã
se transformar em um evento de contemplação,
De conhecimento e percepção de detalhes tão sutis das coisas do mundo,
De alegria e prazer de VIVER com toda intensidade o aqui e AGORA
como sendo o único momento que temos;

Estou evoluindo

E quando o matar um alce para se alimentar
E não conseguir cumprir a finalidade sem qualquer maldade
Te fizer chorar do fundo de sua alma
E for considerado uma das “maiores tragédias de sua Vida”!

Atrevo-me a dizer que enfim encontrou o sentido de VIVER
Enfim encontrou a Beleza do SER

Estamos evoluindo

“A Verdadeira felicidade só pode ser sentida quando Compartilhada!”

Fabrício Maurício de Oliveira

Direto na página da poesia: http://www.caestamosnos.org/Magazines/magazine-jun2012-3.htm

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